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Rede Intebgrada de Transporte (RIT)
     
Esquema da Rede Integrada de Transporte Composição da frota Implantações
Uso do Solo - Sistema Trinário Composição das linhas Operação
Estrutura Básica Evolução da RIT Tarifa
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Esquema da Rede Integrada de Transporte

Principais Caracteristcas:

Integração com o uso do solo e sistema viário, configurando uma cidade com crescimento linear;
Ampla acessibilidade com o pagamento de uma única tarifa;
Prioridade do transporte coletivo sobre o individual;
Caracterização tronco/alimentador;
Terminais de integração fechados;
72Km de canaletas, vias ou faixas exclusivas, caracterizando corredores de transporte; Terminais fora dos eixos principais ampliam a integração.
 

Uso do Solo - Sistema Trinário

 

Via Central:

com a canaleta para a circulação exclusiva das linhas expressas (transporte de massa) e de duas vias lentas para acesso às atividades lindeiras, com ganhos significativos para a velocidade operacional das linhas expressas;

Vias Estruturais:

duas vias paralelas à via central, destinadas às ligações centro-bairro e bairro-centro, para a circulação dos veículos privados.
 
 

Corredores do Transporte

 
Os corredores de transporte coletivo, componentes dos sistemas trinários, são elementos referenciais dos eixos estruturais de desenvolvimento, porque:
ordenam o crescimento linear do centro;
 caracterizam as maiores densidades demográficas;
priorizam a instalação de equipamentos urbanos;
concentram a infra-estrutura urbana;
definem uma paisagem urbana própria;
traduzem os mecanismos do planejamento integrado do uso do solo;
ordenação do sistema viário e transporte coletivo;
retenção de destinos (1974 - 92% / 2003 - 30%).
   

Estrutura básica

Legenda:
Canaleta exclusiva
Faixa Exclusiva
Via Compartilhada
Via Exclusiva
   

Terminais

Permitem a integração entre as diversas linhas que formam a Rede Integrada de Transporte (expressas, interbairros, alimentadoras e diretas);

Possibilitam a implantação de linhas alimentadoras mais curtas, com melhor atendimento aos bairros, porque aumenta o número de viagens com a diminuição do tempo de viagem;

A concentração de demanda facilita a substituição de modal nos corredores;

Estruturam os bairros, com a concentração de atividades diversas.
   

Composição da frota

 

Tipo de Linha

Capacidade

Frota
Operante

Nº de
Linhas

Circular Centro/Micro
30
09
01
Convencional/Micro-Micro Especial
40/70
280
89
Convencional-Troncal/Comum
80
115
19
Troncal / Articulado
160
24
19
Alimentador/Comum-Micro Especial
80/70
670
212
Alimentador / Articulado
160
75
212
nterbairros / Padron
110
35
06
Interbairros / Articulado
160
90
06
Linha Direta / Padron
110
385
18
Expresso / Biarticulado
270
165
06
 

Composição das linhas

Linhas Expressas

São operadas por veículos tipo biarticulados, na cor vermelha que ligam os terminais de integração ao centro da cidade, através das canaletas exclusivas. Embarques e desembarques são feitos em nível nas estações tubo existentes no trajeto.

Linhas Alimentadoras

São operadas por veículos tipo micro, comum ou articulados, na cor laranja que ligam terminais de integração aos bairros da região.

Linhas Interbairros

São operados por veículos tipo padrão ou articulados, na cor verde, que ligam os diversos bairros e terminais sem passar pelo centro.

Linhas Diretas (Ligeirinhos)

Operam com veículos tipo padrão, na cor prata, com paradas em média a cada 3km, com embarque e desembarque em nível nas estações tubo. São linhas complementares, principalmente das linhas expressas e interbairros.

Linhas Troncais

Operam com veículos tipo padrão ou articulados, na cor amarela, que ligam os terminais de integração ao centro da cidade, utilizando vias compartilhadas.

Linhas Convencionais

Operam com veículos tipo micro ou comum, na cor amarela, que ligam os bairros ao centro, sem integração.

Circular Centro

Operam com veículos tipo micro, na cor branca, com deslocamentos, custos e tarifa diferenciada, que ligam os principais pontos atrativos da área central.


Linhas Especiais

Interhospitais

Ligam os principais hospitais e laboratórios em um raio de 5,0 Km de área central.

Turismo

Com saída do centro, passa pelos principais parques da cidade. (tarifa diferenciada).

SITES

Sistema integrado do ensino especial que atende a rede de escolas especializadas para portadores de deficiência física e/ou mental (sem custo para o usuário). O transporte especial por pessoas portadoras de deficiência feita através do SITES atualmente transporta 2,1 mil alunos por dia em 43 linhas que atendem a 38 escolas especializadas.
 

Embarque em nível

Linhas Direta

 
   
 

Biarticulado

 

Evolução da RIT

1974

1979

1991

Corredor Norte/Sul
Corredor Boqueirão
Linha Direta
     

1992

1995

1996

Biarticulado Boqueirão
Biarticulado Norte/Sul
Integração Metropolitana
     

1999

2000

2007

Biarticulado Circular Sul
Biarticulado Leste/Oeste
Linha Verde
 

Implantações

Implantação de articulados em linhas de grande demanda que não utilizam vias exclusivas
Implantação de microônibus nas linhas convencionais, melhorando o intervalo e atratividade das linha
   

2002

Implantação do Cartão Transporte

Emitem-se, mensalmente, uma média de mil cartões para idosos, 600 para portadores de deficiência e 12.500 para usuarios pagantes. são 795 mil cartões transporte/ano. 598 mil são cartões de usuários pagantes, 127 mil de idosos, 33 mil de portadores de deficiência, 22 mil de estudantes e 15 mil de operadoes do sistema.
Atualmente, 46% das passagens são pagas com cartão. Há mais de 20 mil empresas cadastradas na URBS, destas cerca de 8 mil adquirem créditos de vale transporte por meio do portal.
Os usuários podem adquirir seus créditos diretamente na URBS ou via internet. O pagamento pode se feito em qualquer agência bancária. Para carregar créditos adquiridos o usuario dispõe de mais de 160 equipamentos, distribuidos nos postos de atendimento da URBS, praças e terminais.

 

2003

Implantação do Novo Mobiliário Urbano

Com o intuito de adequar o design e a funcionalidade das peças às características de Curitiba, a Clear Channel contratou o arquiteto Manoel Coelho para desenvolver equipamentos exclusivos para o mobiliário em toda a cidade. A empresa procurou um profissional com identificação com a cidade para propor uma solução integrada à paisagem de Curitiba. fonte:
www.cidadesdobrasil.com.br

 

2005

Tarifa domingueira

Iniciativa que deixou a população contente e tirou o curitibano de casa aos domingos e aumentou visivelmente o movimento na cidade, especialmente em parques e shoppings. Com a redução do preço da passagem para 1 real, a partir de 23 de janeiro de 2005, também trouxe para o curitibano a possibilidade de deslocamentos para atividades religiosas, sociais e de lazer aos domingos, com menor custo. Esta iniciativa inédita, hoje copiada por outras cidades brasileiras, gerou aumento de 40% no número de usuários aos domingos. Os benefícios foram não só para o usuário, mas também para o sistema de transporte que costumava circular com capaciade ociosa.

 

Operação

A operação do sistema é privada com 10 empresas urbanas e 18 metropolitanas, a URBS é a gerenciadora do sistema e entre suas atribuições está: Contratar as empresas operadoras; definir itinerários, pontos de paradas e horários; tipo e características dos veículos; vistoriar a frota e fiscalizar os serviços; definir o custo por quilômetro e propor tarifa; controlar a quilometragem rodada e passageiros; gerenciar a receita e remunerar as empresas por quilômetro rodado.

Resumo Operacional 2007

 

Descontos Legais e Gratuidade

 

Tarifas

A tarifa cobrada dos usuários dos serviços constitui arrecadação pública e é recolhida pelas permissionárias e gerenciada pela URBS.
O Poder Executivo fixa a tarifa com base na planilha de custos do sistema, precedida de proposta da URBS.

!!! Clique aqui para visualizar a planilha de custos
!!! Clique aqui para visualizar a evolução da tarifa em curitiba
!!! Clique aqui para visualizar o valor da tarifa em outras capitais

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