Qui, 24 de Agosto de 2017

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Prefeitura retoma projetos e garante R$ 111 milhões para obras de transporte

SMCS/PMC

| 5/7/2017

Em ação integrada do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano (Ippuc) com as demais secretarias municipais, a Prefeitura de Curitiba conseguiu garantir R$ 111,5 milhões, do Orçamento Geral da União (OGU), para obras estruturantes de transporte na cidade.

Os recursos, que integram o PAC da Mobilidade, estavam retidos por cláusulas de suspensão da Caixa Econômica Federal, que foram retiradas a partir da retomada de projetos que se encontravam parados em Brasília desde meados do ano passado. A interlocução do prefeito Rafael Greca junto ao presidente da Caixa, Gilberto Occhi, pela retomada de investimentos para Curitiba foi decisiva neste processo.

"O prefeito interveio em favor de Curitiba junto ao banco financiador e a Prefeitura montou uma força-tarefa para que conseguíssemos retomar os projetos e garantir os recursos antes que a cidade perdesse o investimento", disse o supervisor de Implantação do Ippuc, Sérgio Matheus Rizzardo.

Os investimentos serão para a implantação das três primeiras estações do Ligeirão da linha Norte-Sul, entre a Praça do Japão e o Capão Raso; para as obras do terminal do Tatuquara, também da Linha Inter 2 e a continuidade das obras finais dos lotes 4.1 e 4.2 da Linha Verde, desde a Fagundes Varela até a Estação Atuba, incluindo as obras do binário Mucuri-Tietê.

Mais investimentos

O trabalho da equipe técnica da Prefeitura possibilitou ainda a prorrogação, por mais seis meses (até 31 de dezembro de 2017), do prazo de aprovação de outros projetos, como os de complementação de obras da Linha Verde, as reformas dos terminais de transportes do Hauer e Campina do Siqueira, a melhoria da malha viária no trajeto do Inter 2, entre outros, que podem representar um aporte de mais R$ 205,8 milhões de investimentos em obras na cidade.

Com a garantia dos investimentos será possível dar início aos procedimentos licitatórios e aguardar a emissão da Autorização de Início de Obra (AIO) por parte do Ministério das Cidades, responsável pela liberação dos recursos.

A viabilização deste processo só foi possível pela ação do prefeito em Brasília e por conta do empenho da equipe técnica da Prefeitura na retomada de projetos, atualização de orçamentos, emissão e atualização de licenças ambientais, finalização de desapropriações, pareceres jurídicos entre outras ações necessárias para finalizar pendências existentes junto à Caixa Econômica Federal.

Categoria: Transporte Coletivo

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